sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Osho Zen Tarot - 7. Arcano Maior ― Consciência



A mente nunca pode ser inteligente ― só a não-mente é inteligente. 
Só a não-mente é original e radical. 
Só a não-mente é revolucionária ― revolução em ação.
A mente lhe dá uma espécie de estupor.
Sobrecarregado pelas lembranças do passado, sobrecarregado pelas projeções do futuro, você vai vivendo ― num nível mínimo. 
Não vive no máximo. 
A sua chama permanece muito fraca.
Uma vez que você começa a deixar de lado os pensamentos, a poeira que você acumulou no passado, a chama se ergue ― límpida, clara, viva, jovem. 
A sua vida como um todo se transforma em uma chama, e uma chama sem nenhuma fumaça. 
Isto é o que é a consciência.
Osho A Sudden Clash of Thunder, Cap. 1

Comentário:
O véu da ilusão ou maya, que tem estado impedindo que você perceba a realidade como ela é, está começando a queimar-se. 
Tal fogo não é a chama aquecida da paixão, mas a flama fria da consciência. 
À medida que o véu vai sendo queimado, o rosto de um Buda muito delicado e infantil torna-se visível. 
A consciência que está crescendo em você neste momento não é o resultado de algum “fazer” consciente, nem é preciso que você se esforce para fazer alguma coisa acontecer. 
Qualquer impressão que você possa ter de que vinha tateando no escuro, está se desfazendo agora, ou logo se dissipará. 
Deixe-se assentar, e lembre-se de que, bem no fundo, você é apenas uma testemunha, eternamente silenciosa, consciente e imutável. 
Um canal está se abrindo agora a partir da esfera de atividades até o centro do testemunhar. 
Ele o ajudará a atingir o desapego, e uma nova consciência removerá o véu dos seus olhos.


Lucia



Este artigo em pdf encontrado na net faz referências ao site osho.com, de onde todos os textos foram extraídos na íntegra.
Imagens - askthecards.info

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Destino e Tarô: Combinações Lenormand/Baralho Cigano – 14. Raposa

Destino e Tarô: Combinações Lenormand/Baralho Cigano – 14. Raposa: 14. Raposa + 1. Cavaleiro - Mensagem sobre um trabalho. - Novo funcionário. - Comerciante. - Viajante andarilho. 14. Rap...


Osho Zen Tarot - 6. Arcano Maior ― Os Amantes



É preciso ter em mente estas três coisas: o amor de nível inferior é o sexo ― este é físico ― e o refinamento maior do amor é a compaixão. 
O sexo encontra-se abaixo do amor, a compaixão está acima dele; o amor fica exatamente no meio.
Bem pouca gente sabe o que é o amor. 
Noventa e nove por cento das pessoas, infelizmente, pensa que sexualidade é amor ― não é. 
A sexualidade é por demais animal; certamente, ela contém o potencial para transformar-se em amor, mas ainda não é amor, apenas potencial...
Se você se tornar consciente e alerta, meditativo, então o sexo poderá ser transformado em amor. 
E se a sua atitude meditativa tornar-se total, absoluta, o amor poderá ser transformado em compaixão.  
O sexo é a semente, o amor é a flor, compaixão é a fragrância. 
Buda definiu a compaixão como sendo “amor mais meditação”. 
Quando o seu amor não é apenas um desejo pelo outro, quando o seu amor não é apenas
uma necessidade, quando o seu amor é um compartilhar, quando seu amor não é de um pedinte, mas de um imperador, quando o seu amor não está pedindo nada em troca, mas está pronto para dar apenas ― dar só pela total alegria de dar ―, então, acrescente a meditação a ele, e a pura fragrância é exalada. 
Isso é compaixão; compaixão é o fenômeno mais elevado.
Osho Zen, Zest, Zip, Zap and Zing, Cap. 3

Comentário:
Aquilo que chamamos de amor é na verdade todo um espectro de modos de se relacionar, abrangendo desde a terra até o céu. 
No nível mais terreno, o amor é a atração sexual.  
Muitos de nós continuamos presos nesse nível, porque o condicionamento a que fomos submetidos sobrecarregou nossa sexualidade com toda sorte de expectativas e de repressões.
Na verdade, o maior “problema” do amor sexual é que ele nunca perdura. 
Só quando aceitamos tal fato é que podemos celebrá-lo pelo que ele realmente é ― dar as boas-vindas a seu aparecimento, e dizer adeus com gratidão quando ele se vai.
Então, à medida que vamos amadurecendo, podemos vivenciar o amor que existe além da sexualidade, e que honra a individualidade singular do outro.
Começamos a compreender que o nosso parceiro funciona frequentemente como um espelho, refletindo aspectos desconhecidos do nosso ser mais profundo, e ajudando-nos a nos tornarmos completos em nós mesmos.
Esse amor é baseado na liberdade, não em expectativas nem na necessidade.
Em suas asas, somos levados cada vez mais alto em direção ao amor universal, que vivencia tudo como uma coisa só.



Lucia



Este artigo em pdf encontrado na net faz referências ao site osho.com, de onde todos os textos foram extraídos na íntegra.
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